Pontos Polêmicos
ANLB – Associação Nacional de Laço de Bezerro
“5º CAMPEONATO NACIONAL DE LAÇO DE BEZERRO – 2007”
ESCLARECIMENTO DE PONTOS POLÊMICOS DA REGRA
1. PEDIDA DO BEZERRO – A autorização para soltura do bezerro a ser laçado é de exclusiva responsabilidade do laçador, ou seja, a observação do melhor momento para isso com relação à concentração de seu cavalo, posicionamento da pescoceira ou posicionamento do bezerro, é de sua responsabilidade.
– A “pedida” do bezerro deve ser dada com sinal claro e evidente.
– Caso seja necessário que a posição do bezerro ou a pescoceira sejam “arrumadas”, isto poderá ser feito pelo elemento responsável pela pescoceira, a pedido do laçador.
– Ao soltador de bezerros cabe apenas e exclusivamente prender e soltar bezerros, esta última atitude, sob o comando do laçador.
– Uma vez aberto o brete para soltura do bezerro, sempre a comando do laçador, o mesmo só poderá ser fechado após a saída do bezerro.
2. PENALIDADE POR ESTOURO DE BARREIRA PELO LAÇADOR – Caso o laçador estoure a barreira antes do bezerro, este sofrerá uma penalização de 10 (dez) segundos que serão somados ao tempo daquela laçada.
3. BEZERRO QUE “QUEBRA” NA SAÍDA – O bezerro que ao sair, “quebrar” para a esquerda ou para a direita de forma extrema, a ponto de impossibilitar a laçada, a critério do Juiz ou da Comissão, poderá ser desconsiderado, tendo o laçador, uma nova chance em “fim de folha” desde que o laçador não arremesse a corda.
IMPORTANTE – Se houver desconsideração do bezerro, com nova chance em “fim de folha” e coincidentemente o laçador tiver estourado a barreira naquela tentativa de laçada, a laçada do novo bezerro em “fim de folha”, ocorrerá sem barreira e o laçador sofrerá a penalidade prevista no item 2 acima (acréscimo de 10 segundos em seu tempo).
4. POSIÇÃO DO BEZERRO NO MOMENTO DA LAÇADA – No momento da laçada, o bezerro deve ser estar de corpo inteiro dentro dos limites da pista. Caso o bezerro se movimente para dentro ou para fora da pista no momento da laçada, causando dúvidas quanto à sua posição com relação aos limites da pista, a decisão quanto à validade ou não da laçada, será inteiramente de autonomia do Juiz.
5. POSIÇÃO DO BEZERRO NA CHEGADA DO LAÇADOR – Ao chegar no bezerro após tê-lo laçado, o laçador deve encontrá-lo perfeitamente em pé. Caso não o encontre assim, o laçador deve levantá-lo até que assim ele fique e em seguida prosseguir com seu trabalho de derrubá-lo conforme prescreve o Regulamento da Federação de Rodeio Completo.
6. DERRUBADA DO BEZERRO – O laçador poderá usar de qualquer método para derrubar o bezerro, após ter sido atendido o item 2 acima, preservada antes de tudo, a integridade física do animal.
7. UTILIZAÇÃO DE PESCOCEIRA NO CAVALO – É obrigatório o uso correto de pescoceira adequada ao esporte. O não cumprimento deste item considera automaticamente, a laçada “SEM APROVEITAMENTO TÉCNICO” (SAT).
8. AMARRAÇÃO DO BEZERRO – Ao amarrar os 3 membros do bezerro (dois pés e uma mão ou duas mãos e um pé) através da peia, o laçador deverá fazer com que a mesma dê pelo menos uma volta em torno dos 3 membros do animal, fora a “cirigola” da peia. Além disso a amarração deverá ter um arremate final.
9. PRESERVAÇÃO DOS ANIMAIS PARTICIPANTES – A devida e adequada preservação da integridade física dos animais participantes, é de importância fundamental na competição.
9.1 – MAUS TRATOS – Se no decorrer da competição, o Juiz detectar quaisquer atitudes e/ou situações de maus tratos que possam por em risco a integridade física dos animais participantes (bezerros e cavalos), a seu critério, ele poderá considerar a laçada “SEM APROVEITAMENTO TÉCNICO” (SAT), ou até mesmo eliminar o laçador da competição. Se a atitude for decorrente de uma das pessoas que trabalham na competição, ele deverá chamar a devida atenção do indivíduo, ou até solicitar a sua substituição.
9.2 – SANGRAMENTO – Se por um motivo qualquer, houver qualquer tipo de sangramento do bezerro ou do cavalo, a laçada será considerada inválida, ou seja, “SEM APROVEITAMENTO TÉCNICO” (SAT).
10. CONTAGEM DO TEMPO DA LAÇADA – A contagem do tempo da laçada, se inicia no momento em que estoura a barreira (pelo bezerro ou pelo competidor) e se encerra no momento exato em que o Juiz sinaliza com a bandeira abaixada.
11. PARALISAÇÃO DOS CRONÔMETROS – Cada cronometrista deverá paralisar seu cronômetro, apenas e exclusivamente apenas, no momento exato em que o Juiz abaixar a bandeira.
12. ATITUDES DO LAÇADOR IMEDIATAMENTE APÓS O ARREMATE FINAL – Após o arremate final, o laçador deve levantar-se, dirigir-se ao seu cavalo, montá-lo e afrouxar a corda de laço. Após o arremate final, não é permitido que o laçador toque o bezerro, a peia ou a corda de laço.
13. VALIDADE DA LAÇADA – A laçada só será válida, após terem sido decorridos 6 (seis) segundos do perfeito cumprimento do item 10, sem que nesse período, o bezerro amarrado se livre da peia.
14. TRAJES OBRIGATÓRIOS – Os laçadores inscritos para as etapas, deverão obrigatoriamente estar trajando camisa de manga longa, calça comprida e chapéu. Será permitido que as mangas das camisas sejam recolhidas sem dobras, até no máximo os cotovelos, se o laçador assim desejar, não podendo estarem desabotoadas nos punhos.
15. Demais pontos polêmicos que porventura possam surgir no decorrer do Campeonato, serão devidamente esclarecidos e listados neste documento.
A Comissão Organizadora.
ANLB – Associação Nacional de Laço de Bezerro.